• Julho a Setembro de 2021
    v. 31 n. 66 (2021)
  • Número Especial
    v. 31 n. 2 (2021)
    Este número especial é fruto das discussões e apresentações do II Colóquios Geográficos do PPGEO UNIFAL-MG com o título “Leituras geográficas sobre o avanço da extrema direita no Brasil: Resistências e Enfrentamentos em tempos de Pandemia” cocorreu entre os dias 26 a 30 de julho de 2021. Ocorreu em continuidade ao evento realizado em 2020, também promovido pelo o Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Alfenas–MG que teve como objetivo de debater a conjuntura estabelecida recentemente no planeta pela ação e consequências da disseminação da COVID-19, assim como para debater e contribuir com as demais questões estruturais da Ciência Geográfica, congregando pesquisadores(as) de várias universidades do Brasil
  • Abril a Junho de 2021
    v. 31 n. 65 (2021)
  • Janeiro a Março de 2021
    v. 31 n. 64 (2021)
  • Número Especial
    v. 31 n. 1 (2021)

    Foto da capa: Lagoa das Codornas, BR 356 (MG) - Prof. Ricardo Motta Pinto Coelho

     

    Nesse caderno especial a crise hídrica no Brasil se revela como uma crise complexa, multi-facetada, intrinsicamente associada ao mau gerenciamento político e econômico e a um presente marcado por políticas públicas voltadas para a produção e o crescimento econômico, a despeito de questões ambientais, sociais e da saúde humana. Os diversos trabalhos aqui apresentados são fruto do Simpósio Internacional “Crise Hídrica: desafios e soluções”, realizado na Universidade de Federal de São João del-Rei em abril de 2019, e abordam o mosaico de desdobramentos causados não apenas pela escassez de água para abastecimento, sobretudo a luz das mudanças climáticas, mas também pelo mau gerenciamento dos recursos hídricos e de suas bacias de drenagem. São abordados ainda a falta de valoração ambiental e, em seu aspecto social e humano mais relevantes, a falta de valoração da condição humana como parte integrante de um cenário, onde a exploração dos recursos hídricos e do meio-ambiente se tornam justificativa para perdas ambientais e humanas, em seus mais variados aspectos. Torna-se evidente que a crise hídrica no Brasil, assim como no resto do mundo, é uma crise ambiental, política, econômica, social e de saúde pública. Apenas após compreendermos essa natureza transdisciplinar da crise hídrica, em seus mais diversos graus de complexidade, seremos capazes de propor soluções verdadeiramente efetivas frente à expansão de um problema, que não é novo, e certamente não se solucionará a curto e médio prazos.

     

  • Julho a Setembro de 2020
    v. 30 n. 62 (2020)
  • Abril a Junho de 2020
    v. 30 n. 61 (2020)
  • Janeiro a Março de 2020
    v. 30 n. 60 (2020)
  • Número Especial - As Amazônias em suas múltiplas fronteiras: histórias contestadas, culturas emergentes, territorialidades nacionais
    v. 30 n. 3 (2020)
    O presente número especial é fruto do trabalho do grupo internacional de pesquisa chamado Agrocultures. O grupo multidisciplinar, é coordenado por um Geógrafo da Universidade de Cardiff (UK) e um Historiador da Universidade Federal do Mato Grosso. Maiores informações sobre as pesquisas do grupo podem ser encontradas no https://www.agrocultures.org  Convidamos a todos a navegar pelo número especial.  
  • Número Especial - Pesquisas em Geografia Agrária: olhares e reflexões
    v. 30 n. 2 (2020)

    Os organizadores da edição especial denominada: Pesquisas em Geografia Agrária: Olhares e Reflexões, publicada pela revista Caderno de Geografia da PUC Minas, vêm através deste, agradecer publicamente a professora Cristiane Dambrós, a qual é Geógrafa pela Universidade Federal de Santa Maria (2008), mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria (2011) e doutora em Geografia (Organização do Espaço) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2016), com doutorado-sanduíche na UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real - Portugal. Hoje a professora Cristiane  é Coordenadora de Pesquisa do Centro Latino-Americano de Estudos em Cultura – CLAEC e, mesmo com toda a dinâmica de trabalho, imersa e contextualizada pela pandemia do corona vírus ( Covid-19) conseguiu efetuar a leitura dos artigos que irão compor essa obra, comentando, sugerindo, e problematizando questões que pudessem ser melhoradas afim de elevar a qualidade desta edição.

    Do mesmo modo, agradecemos ao Editor professor Dr Luiz Eduardo Panisset Travassos pela atenção, e abertura dessa fronteira a fim de que pudéssemos estender nossos debates para além da instituição que estamos inseridos. Pelo que notamos a revista Caderno de Geografia, por sua grande importância e extensão tem recebido inúmeros textos para publicação, desse modo sobrecarregando o editor, o que não foi empecilho para sermos bem recepcionados e encaminhados.

    Esperamos que esse seja um primeiro passo para uma caminhada de projetos em conjuntos.

    Agradecemos a Revista Caderno de Geografia PUC MINAS por acolher e validar nossas pesquisas.

    Ivanio Folmer, Isabela Mello e Ane Carine Meurer

    Universidade Federal de Santa Maria

  • Número Especial - Serra da Canastra
    v. 30 n. 1 (2020)

    Este número especial da Revista Caderno de Geografia apresenta os resultados  do projeto "Evolução Geomorfológica da Serra da Canastra e entorno: aspectos morfogenéticos, morfoestruturais e morfométricos" financiado pela FAPEMIG através do projeto APQ-00231-16, propõem a realização de estudos geomorfométricos e geocronológicos para propiciar dados necessários a avaliação da evolução da paisagem no entorno da área delimitada consolidada do Parque Nacional da Serra da Canastra.

    A Serra da Canastra localiza-se na porção sudoeste do Estado de Minas Gerais, sendo a porção meridional do Cinturão Orogênico Brasiliano. As principais litologias são os quartzitos do Grupo Canastra localizados na parte superior dos blocos e filitos e xistos que ocorrem predominantemente nos vales. Os modelados predominantes são colinas e morros, vales em V com nascentes muito encaixadas. Grandes cachoeiras marcam as zonas de falha, sendo a mais conhecida delas a Cachoeira Casca d'Anta, localizada a 14 km da nascente do rio São Francisco, com mais de 180 metros de queda. Este conjunto encontra-se localizado dentro do Parque Nacional da Serra da Canastra, formado em 1972 visando proteger as nascentes do rio São Francisco e o ambiente de campos rupestres ameaçado pela atividade agropecuária. Os resultados alcançados até o momento estão relacionados ao desenvolvimento de estudos de caráter exploratório e classificatório de formas de relevo, processo e materiais superficiais. Neste sentido abordagens de cartografia geomorfológica, análise de rede fluvial, avaliação de materiais superficiais são a tônica dos estudos. O intensivo uso de dados de sensoriamento remoto associado a técnicas de geoprocessamento produziu materiais em diversas escalas de abordagem, predominando estudos de detalhe.

    Os materiais superficiais da região de estudo foram analisados em suas constituintes texturais e granulométrica, seja de materiais de vertentes, como sedimentos em canais. Datações de Luminescência Oticamente Estimulada  (LOE) foram utilizadas para datar materiais superficiais em estudos de detalhe. Como retorno à sociedade que financia estes estudos, diversos conhecimentos podem ser aplicados, como por exemplo aquele apresentado neste volume que trata da interpretação da paisagem através de painéis focados em geoconhecimento. Com estes estudos, associados a outros ainda em andamento, esta sendo preenchido uma lacuna de conhecimento geomorfológico sobre esta importante área do território brasileiro, com possibilidade de aplicação destes estudos em ações aplicadas de planejamento ambiental e também na área de geoturismo.

  • Número Especial
    v. 29 n. 2 (2019)
    Com o sucesso do V Simpósio Nacional de Geografia Política, Território e Poder e III Simpósio Internacional de Geografia Política e Territórios Transfronteiriços foi criado mais esse número especial do Caderno de Geografia. O evento contou com cerca de 350 inscritos e 235 trabalhos recebidos. Destes, a comissão científica do evento selecionou 17 para compor a edição espacial e continuar a parceria com a Universidade de Alfenas, em Minas Gerais.
  • Número Especial
    v. 29 n. 1 (2019)

    Diversos países do globo, dentre os quais o Brasil, têm assistido a uma espantosa degradação dos seus atributos ambientais e enfrentado constantes manifestações naturais graves e perigosas para a vida dos seus habitantes, por negligenciarem em suas ações de governo, medidas que se ocupem com o inventário dos seus fatores ambientais e humanos, para adoção de um planejamento que discipline o uso e ocupação do espaço pelas atividades antrópicas. Em vários lugares, a opinião pública tem despertado para esta problemática em razão dos problemas que a periodicidade e a dimensão dos impactos ambientais têm lhe causado, obrigando seus governantes e instituições a buscarem soluções para o difícil dilema deste início de século que se apresenta à humanidade; manter seu conforto – desenvolver suas atividades – em paralelo à recuperação e conservação do meio ambiente do planeta.

    Atentando para isto a ARPA – Agência Regional de Proteção Ambiental da Bacia do Rio Grande e os Cursos de Geografia modalidades Bacharelado e Licenciatura abrigados no ICN – Instituto de Ciências da Natureza da UNIFAL-MG Universidade Federal de Alfenas estabeleceram um convênio para proceder o estudo detalhado da sub-bacia do rio Machado.

    A ação foi coordenada pelo Prof. Assoc. Clibson Alves dos Santos e contou com o envolvimento dos docentes e alunos dos supracitados Cursos, ocupando-se com o inventário e diagnóstico socioambiental dessa área com o propósito de subsidiar um plano de manejo que respeite as vocações, potencialidades e limitações do meio ambiente local, assim como a qualidade de vida da população.

    Nos artigos dessa edição especial as informações colhidas e análises desenvolvidas são apresentadas juntamente com as metodologias utilizadas, procurando estimular o desenvolvimento de outras ações semelhantes noutras porções do território brasileiro em favor da preservação do meio ambiente e o avanço das pesquisas acadêmicas.

    Prof. Assoc. Paulo Henrique de Souza

  • Julho a Setembro de 2019
    v. 29 n. 58 (2019)
     
  • Abril a Junho de 2019
    v. 29 n. 57 (2019)
  • Janeiro a Março de 2019
    v. 29 n. 56 (2019)
  • Número Especial
    v. 28 n. 1 (2018)
    Este úmero especial reúne alguns trabalhos que foram apresentados no II Colóquio Mineiro de Geoconservação
  • Julho a Setembro de 2018
    v. 28 n. 54 (2018)
  • Abril a Junho de 2018
    v. 28 n. 53 (2018)
  • Janeiro a Março de 2018
    v. 28 n. 52 (2018)
  • Número Especial
    v. 27 n. 2 (2017)
    O presente número especial do Caderno de Geografia contempla os melhores trabalhos enviados para o I Colóquio Mineiro de Geoconservação / I Simpósio Regional de Geopatrimônio, realizado de 02 a 05 de Agosto de 2017 na Universidade Federal de Uberlândia - Campus Pontal. Parabéns aos autores e o nosso muito obrigado à Comissão Científica do Evento pela avaliação e adequação dos trabalhos para publicação.
##common.pagination##